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Comércio eletrônico no Brasil deverá ter movimento 35% superior em 2013

fev 27

Segundo pesquisa do Ibope, já são 70,9 milhões de brasileiros com acesso a Internet do País, o que representa mais do que toda a população de alguns países, como França, Argentina e Canadá. Dentro disso, estima-se que até o final de 2013 haja um crescimento de 35% das vendas de e-commerce nacionais sobre o faturamento de 2012, que foi por volta de R$24 milhões.

Muito se deve à ascensão da Classe C e realmente a atividade comercial que ela exerce no mercado também tem reflexos no mercado online, já que atualmente ela representa 21% dos consumidores em lojas virtuais e com o crescimento do acesso à Internet, a Classe C, que tem optado pelas compra online devido à praticidade e melhores preços, tende a se tornar cada vez mais participativa no mercado digital.

As categorias de produtos que vêm crescendo desde 2010 e tendem a alavancar cada vez mais vendas em 2013 são:

1. Eletrodomésticos
2. Jogos e brinquedos
3. Móveis e Utensílios Domésticos.

Já a categoria que mais cresce é a de Eletrônicos. Mas o faturamento tende a crescer muito em outros nichos do mercado nacional, que são a de Cosméticos e Higiene Pessoal, Alimentos e Bebidas e Roupas e Calçados.

Também é importante destacar o setor Publicitário e de Marketing de ecommerce. Segundo dados do Projeto Inter-Meios de em 2012, a televisão ainda se mostra o veículo de comunicação que mais fatura com Publicidade, com 64,88% do total investido no país, todavia a Internet é o meio em que o investimento publicitário mais cresce no Brasil, subindo 15,46%, seguido pelo crescimento em campanhas na TV por assinatura, com 15,41% e cinema, com 14,2%.

O mercado virtual tem ganhado cada vez mais credibilidade e a confiança dos consumidores brasileiros. A grande maioria dos usuários que já compraram online tem a intenção de comprar novamente e o índice de consumidores de lojas físicas que consideram a possibilidade de adquirir produtos online vem crescendo cada vez mais.

Brasileiro é um dos que mais gastam com comércio eletrônico

fev 27

No mundo inteiro é notório o crescimento do consumo virtual. As compras através de ecommerce estão cada vez maiores e o Brasil não fica por baixo nessa corrida.

Um estudo desenvolvido pela Global Online ShopperReport, analisou o perfil dos e-consumidores em 15 países e o Brasil ficou posicionado na terceira colocação entre os países mais consomem via Web, atrás apenas da Índia e da China.

O brasileiro gasta em média 27% de sua renda mensal com compras online, sendo este total acima da média global, que é de 23%, conforme patamar americano. Além disso, a pesquisa também apontou que 8% dos e-consumidores brasileiros gastam 50% de sua renda mensal no e-commerce.

Números da mesma pesquisa apontam ainda que 30% dos consumidores brasileiros compram virtualmente quando estão em seus ambientes de trabalho. Durante feriados, a preferência é de 8% e, 7% costumam realizar transações online em locais públicos como cafés e restaurantes.

As informações são do Blog do Ecommerce, com edição da Assessoria do Moeda Segura.

E-commerce brasileiro mantém projeções otimistas e deve movimentar 25% a mais que o ano passado

mar 19

Os números do comércio eletrônico brasileiro continuam acompanhando as projeções da e-bit. Segundo Pedro Guasti, diretor geral da empresa, os números projetados para 2012 devem ser superados, a exemplo do que aconteceu em 2011.
Em seu relatório anual, a empresa, que é responsável por pesquisar os números do setor no Brasil, divulgou que em 2011 os resultados estiveram dentro do previsto. Foram movimentados um total de R$18,7 bilhões, 26% maior se comparado com o faturamento de 2010. Além disso, uma média de 9 milhões de novos consumidores chegaram ao e-commerce e somaram-se aos 23 milhões que já existiam.
Segundo a e-bit, uma outra informação bastante positiva, foi a de que o ticket médio do período esteve em 350 reais. Um valor bastante considerável.
Entre os segmentos que mais cresceram, segundo dados da mais recente pesquisa, estão os itens de “Moda e Acessórios”. No ranking dos cinco setores de maior número de vendas, “Produtos Eletrônicos” ficaram em primeiro lugar com 15%, “Informática” obteve 12%, “Eletrônicos”, por 8% das vendas online, “Saúde, Beleza e Medicamentos” ficaram com 7% e a venda de moda e acessórios somou 7% do total em 2011.
O relatório destaca principalmente o crescimento do comércio eletrônico nacional e atualmente, com uma cartela de 32 milhões de e-consumidores, em 2012, as compras virtuais devem atingir um faturamento de R$23,4 bilhões, 25% maior do que os dados registrados no ano de 2011.

Comércio eletrônico no Brasil supera expectativas e fatura R$ 2,6 bilhões no Natal

jan 05

O Natal de 2011 foi bom para o comércio eletrônico no Brasil, segundo dados diviulgados pela consultoria e-Bit. A previsão de crescer 20% em relação a 2010 foi cumprida, em relação ao faturamento, que somou R$2,6 bilhões, entre 15 de novembro e 24 de dezembro, com ticket médio de R$ 347. E o número de pedidos cresceu 27% em relação ao mesmo período de 2010, o que demonstra que os esforços dos lojistas para que problemas como os que ocorreram no Natal passado não voltassem a acontecer surtiram efeito. Em especial, a campanha “Detona Web” especial de Natal, que incentivou os consumidores a anteciparem as compras.
“O Natal de 2011 foi muito positivo para o comércio eletrônico no Brasil, principalmente pelo recuo de 4 pontos percentuais nos atrasos”, afirma a diretora da e-bit, Cris Rother. A redução na taxa de atrasos caiu de 17% em 2010 para 13% esse ano.
A categoria mais vendida, segundo a consultoria e-Bit foi a de “Eletrodomésticos”. Em segundo lugar ficou “Saúde, Beleza e Medicamentos”, seguida por “Informática”, “Moda & Acessórios” e “Eletrônicos”.
O grande volume de pedidos na categoria “Saúde, Beleza e Medicamentos” já é característico da data. Já “Moda & Acessórios” se consolidou de vez entre as mais vendidas, revelando a preferência dos consumidores em presentear parentes e amigos com vestuário. “Livros e Assinaturas & Revistas”, categoria tradicional do e-commerce, ficou de fora do Top 5, ocupando o 6° lugar. “Brinquedos & Games” subiu uma posição em relação a 2010 e ficou na 8° posição do ranking.

Fonte: IDG Now!

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